11 de junho de 2009

Vestibular

Preocupado em passar no vestibular? Sim, qualquer estudante fica, pois é numa folha de papel que estará o resto de sua vida. Pense bem no que irá cursar, muitos escolhem por influência ou por rentabilidade, por outro lado, há quem realmente escolha por questões pessoais do tipo: "isso eu sei fazer", enfim, só é quem decide. Passamos todo o segundo grau, vendo, relendo, decorando, e no final, nada. Isso acontece, faz parte do ser humano, mas se matar estudando para ficar no primeiro lugar nas universidades do Brasil, ai é demais. Estamos mais concentrados somente em ver o nome lá na lista de aprovados que nem damos conta que zelamos só por acadêmicos e não por líderes. Fazer uma prova, por exemplo, na UFGRS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que consiste só em decorar um monte de formulas, nomes famosos e datas importantes, entretanto, o essencial que é o conhecimento, não a decoreba.

Só para dar um grande exemplo, para poder pensar em entrar no MIT, por exemplo, a acadêmica dos candidato é avaliada não só através de resultados em provas do estilo do vestibular, como também através da performance durante o 2° grau. É comum entre os estudantes brasileiros achar que uma nota máxima nas provas obrigatórias é suficiente para garantir uma vaga na universidade, o que não é verdade. O MIT procura pessoas com capacidades acadêmicas comprovada em diversos campos, mas também preocupa-se com qualificações como interesse autêntico em artes, música e esportes, preocupação com a comunidade, liderança e iniciativa. Além disso, quem opta pelos cursos de ciências terá de elaborar as 10 questões mais difíceis que já fez na vida e demonstrá-las para uma banca. Achou difícil? Isso é bem mais fácil do que ficar decorando as formulas do Binômio de Newton ou os genes recessivos. Claro que esta não será a realidade do Brasil, graças ao Enem!

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